Fritzadanz- A dança dos Pomeranos

grupo “Fritzadanz” foi dado em homenagem aos primeiros moradores que chegaram ao nosso Município, a família Klems: Srª Bertina e Fritz Klems. Esse casal recepcionava os Pomeranos que chegavam à procura de pão, paz, terra e vida. Eles ofereciam sua casa para dançar, louvar a Deus, orar, cantar, planejar atividades, resolver dificuldades, entre outros.

As danças são originais trazidas na bagagem dos pomeranos que aqui chegaram entre os anos de 1859 a 1872. Essa tradição foi passada de pai para filho e assim sucessivamente até o ano de 1968, quando se formou o primeiro grupo de danças Pomeranas intitulado “Irmãos Alegres”. Alguns nomes do grupo da época: Theodomiro Schönrok e esposa, Emílio Fridrich e esposa, Humberto Boldt e esposa, Lourenço Fridrich e esposa, Dalmácio Espíndula e esposa, Henrique Boldt e esposa, João Bausen, Lindolfo Boldt, Germano Föesch, Ewaldo Boldt, Martin Boldt, Érica Boldt, Elizabeth Boldt, Julio Krüger, Delina Krüger, Laurentino Krüger, Adolfo Krüger entre outras mulheres.
A primeira apresentação oficial do grupo em público foi no dia 25 de Julho de 1972, no campo de futebol da fazenda do Sr. Carlos Föesch, na festa hoje conhecida como Festa do Colono.

Hoje, Fritzadanz apresenta as antigas danças e usa os trajes típicos da época da chegada dos imigrantes Pomeranos, dando assim mais originalidade ao grupo. O grupo tem aproximadamente 20 danças tradicionais, todos com título em Pomerano. O grupo Fritzadanz se encontra semanalmente no ponto de Cultura “Pommer Kultur” (Cultura Pomerana) para aperfeiçoar os passos, o que não é tarefa fácil.

O grupo se apresenta em diversos lugares e eventos, dentro e fora do Estado como: Festas Estaduais, Municipais, e outros

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Curiosidades

A tradição do vestido preto veio de Pommerland, aqui no Brasil os antepassados comemoraram o casamento com a noiva de preto tendo como lema: “A partir de hoje a minha filha anda com um pé de baixo da terra e outro acima da terra” por não saber se ela conseguiria dar a luz ao filho parto normal, por estarem em meio à mata isolados.  A pequena esperança de dar a luz ao filho e ser uma boa mãe foi à grinalda e a fita verde.

O convidador era o responsável absoluto pela festa de casamento, que se iniciava na quinta-feira e terminava no domingo, eram três dias de muita comemoração.

Regras e respeitos entre os convidados: as moças que usavam duas tranças eram solteiras, as com uma eram comprometidas e as que usavam um lenço na cabeça eram casadas.

Integrantes

Coordenadores do grupo – Martin Boldt – Flosina Gaede Boldt.

Tocadores de Concertina – Adolfo Kruger e Mauricio Jonas.

Dançarinos – Rogério Reinholz – Flávia Boldt – Enéias Boldt – Edivania Schneider Boldt – Kleiton Schulz – Franciele Lemke – Josias Boldt – Sarilza Boldt  - Anderson Bausen – Edivânia Schumach – alexsandro Corte da Costa – Jailza Boldt da Costa.